Artigos


Um lançador de bomba (caseira ou industrial) é um artista?!
03/05/2017


Como cristão católico não creio em coincidências/acasos - independentemente se estes são baseados em esoterismos ou em teorias de físicos.

Lendo o primeiro capítulo de "O homem que foi Quinta-feira", obra de G. K CHESTERTON (publicado em São Paulo pelo Círculo do Livro), eis que me deparo com algumas falas de personagens que discorrem sobre um suposto vínculo entre poesia e anarquismo. Consideremos o fato ocorrido ontem na Avenida Paulista, quando brasileiros protestavam contra a nova lei de migração. Foi jogada uma bomba caseira sobre aquelas pessoas. Desde ontem esquerdistas distorcem os fatos, e chamam de 'extrema direita' os que apenas defendem a Soberania do Brasil.

"Gregory recomeçou num tom de alta bonomia oratória.
- Um artista é o mesmo que um anarquista - sentenciou. Você pode inverter a ordem das palavras, se lhe aprouver. Um anarquista é um artista. O homem que atira bombas é um artista, porque prefere um grande momento a tudo o mais. Esse homem percebe que valem muito mais o súbito clarão de uma flama viva e o estampido de uma detonação perfeita do que os simples corpos desarticulados de alguns esbirros. Um artista afronta todos os governos, omite todas as convenções. O poeta só está à vontade na desordem. Não fosse assim a coisa mais poética do mundo seria a estrada de ferro subterrânea." (Cf. CHESTERTON, p. 10.)

Observemos se artistas sairão em defesa do lançador de bombas.

Cristian Rogers S. D.

Todos os artigos
 
< Voltar