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Cristian Rogers - Como ser um Autor/Editor. Escritor independente de editoras com cnpj.

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Como ser um Autor/Editor. Escritor independente de editoras com cnpj.


Primeiríssima questão:
 
De fato consideras-te escritor? E ainda que de fato o sejas, queres verdadeira, livre e conscientemente, portanto, dedicar-te, com amor e empenho, nesta vereda tão árdua que é a Escrita?

Há quem pense que ser escritor é apenas glamour, ostentação e riquezas: aplausos em sessões de autógrafos, ou em casa, curtindo suas obras serem interpretadas – e destroçadas – em novelas, ou em telas de cinema, nas muitas Sagas idiotóides que enlatam e envazam o pensamento.

Não sejas mais um dos que entram – ‘de gaiato’ -  para a Literatura assim como os que se afiliam à política – com ‘p’.  Isso não teria nada a ver com ideologia, engajamento a uma Causa MAIOR.

O PRIMEIRO CRÍTICO DE TUA OBRA É TU!


Dicas

Abertura

Escreva - e torne público o que escreves -  para que outras pessoas, e não apenas as de teu círculo de convívio: os familiares, amigos, contatos e outros, que possivelmente serão parciais na crítica da obra de uma pessoa amada, querida, 'conhecida' e 'próxima', avaliem a qualidade e outros elementos da tua escrita.

Postura

Acolha com carinho e discernimento toda palavra a respeito de teu trabalho. Não esmoreça , tampouco infle o peito como faisão das Letras.

Convicção

Recordas-te disto: escrever é, sim, trabalho. E mui digno! Trabalhoso e exaustivo tanto quanto o do construtor civil. Aliás, o escritor é um defensor e promotor da Civilidade: alerta-nos para o que é próprio e indispensável para convivermos como humanos, pessoas civilizadas e amorosas. Afinal, não vivemos somente atrelados a regras, dogmas, leis, protocolos, etiquetas, costumes, tradições, instintos...

Persistência:
 
Lia as primeiras páginas de O Andar do Bêbado, de Leonard, Mlodinow, quando me deparei com a belíssima lição de perseverança para os escritores.

O Autor citou casos de escritores que tiveram os originais de suas obras rejeitados por inúmeros editores e, no entanto, persistentes – escritor tem algo de brasileiro, mesmo não o sendo -, obtiveram sucesso e renome mundiais. 

A Revolução dos Bichos, Harry Potter, O Diário de Anne Frank: os autores dessas obras, que hoje são Best-sellers, tiveram que persistir, insistir... até encontrar um editor que os lançasse para o Mundo.

Acaso?

De modo algum. Nisso discordo de Leonard Mlodinow. A meu ver, os editores que rejeitaram as obras de escritores posteriormente consagrados não eram dignos do reconhecimento que aquelas obras poderiam lhes conferir.

A vida tem um propósito. Não desista!

Como disse, sabiamente, Ulisses Guimarães: “O único lugar onde o sucesso vem antes de trabalho é no dicionário”.
Trabalhe: o reconhecimento é fruto disso.

Compromisso

Eis a função primordial, ministerial, vocacional, pois, do escritor: ele também constrói... o pensamento.


 
De escritor para escritor(a).
 
 
A leitura crítica é necessária para qualquer obra, seja de escritor renomado ou não. Então, leia. Bom escritor: bom leitor. Ler bem, contudo, não é ler muito. Quem devora livros é a traça, e não o escritor. 
Recomendo: www.cristianrogerssd.com.br/menu/recomendo

Use bem o tempo para a leitura.

Não existe escritor que não goste de ler e que não selecione muito bem o que lê, já que não dispomos de tempo suficiente para ler as melhores obras publicadas até o presente que vivenciamos pela Graça de Deus.

Necessidade

Quem lê aprende a escrever porque se apóia no emprego consagrado e correto dos Mestres internacionais nesta Arte, a Escrita. E como tal, um escritor não pode se contentar com qualquer escrita. Somente as telhas, e antigamente, eram feitas nas coxas. Portanto, escritor, reviste teus textos muitas e muitíssimas vezes. O revisor profissional não substitui a revisão do Autor.

Revisar as ideias - inclusive sobre o uso da 'net'

Se não puderes custear os serviços profissionais de um revisor, permita que algum amigo formado em Letras revise teus textos - evidentemente 'de grátis'. E aí que a internet ajuda: através das redes sociais,  porque podemos estabelecer contatos com pessoas de inúmeros recantos do Mundo e das mais variadas áreas de atuação profissional, poderás 'conhecer' alguém que te dê uma forcinha na revisão, leitura crítica... Àqueles que nos estimulam com palavras, pessoas que às vezes nem são tão letradas, devemos respeito e carinho. Sem incentivo, o escritor facilmente poderia desistir... Os amigos são imprescindíveis a um escritor. Nem tudo se resume a dindim. Embora esse seja mais do que necessário para editar os livros. 

Então... amigos e dinheiro. Mas não escolhas 'amigos' e
'contatos' por interesses escusos.


A amizade não tem preço; tem valor.


O leitor merece o melhor de ti. Progrida sempre.

Tenhas sempre em mente que o leitor merece receber uma obra-prima. Não basta ser irreverente, único, criativo na escrita. Tampouco ser altamente técnico. Faças com amor, por amor. Escrever é doar-se. Não é preciso escrever auto-biografia para que o Autor se revele ao público-leitor.

Motivações

Se as motivações que te conduzem à Literatura, ao bom emprego das Letras, não estiverem alicerçadas no Bem e no Amor, tua palavra será morta. Desista.

Se pretendes construir... siga as orientações que dispus no texto abaixo.

Paz e Bem! 


Ah! Um último requisito.



Antes de seguir para as orientações burocráticas, reze. Um escritor sem fé, não comunicará esperança, nem verdade. Não escreverá nad'além de caracteres, símbolos convencionados se m vida. Não serão sequer fonemas.
www.cristianrogerssd.com.br/menu/oracao-do-escritor

 

Editor/autor pessoa física

 1° Passo (Nos passos seguintes, ou seja, após estar devidamente cadastrado como editor/autor na BN, receberás um prefixo editorial com o qual poderás conferir, online - www.isbn.bn.br/levantamento-producao-editorial - , os dados das obras cadastradas na Instituição e com o qual solicitarás novos registros  ou alterações em obras)

Cadastrar-se na Biblioteca Nacional
www.isbn.bn.br/cadastro-de-editor

 www.isbn.bn.br/cadastramento-editor-pessoa-fisica

No site da Biblioteca Nacional, verifique as informações que descrevo aqui.

 

Pague a taxa (única. Não é anual) de 180 Reais pelo cadastro de editor/autor e 12 Reais para registrar uma obra. Estes cadastros são concomitantes e inseparáveis.  Assome  a isso, a taxa de envio da documentação via correio - carta registrada A.R. -, e registro de Direitos autorais (copyright) e código de barras. 

Custos:
- Cadastro de editor/autor: 180 Reais:
- ISBN: 12 REAIS (por obra):
-impressão de folha de rosto para cadastrar o ISBN e cópia integral da obra a ser registrada os Direitos Autorais;
- Código de barras (png ou fotolito);
- Registro de Direitos Autorais (Copyright) como pessoa física;

- Envio por correio, em carta registrada - A. R.

Confiram os valores na tabela. Totalizará em menos de 250 Reais, isso garanto.




Envie o comprovante original de pagamento, via depósito, ou a guia paga, para a Biblioteca Nacional, juntamente com os formulários requeridos, devidamente preenchidos, e com a folha de rosto da obra que será cadastrada. Ao cadastrar-se como editor/autor, este deve cadastrar uma obra de sua autoria. Para tanto, envie a folha de rosto de obra de  autoria do editor/autor que será cadastrado, tu, obviamente.  Pagar taxa de 12 Reais pelo ISBN  – número de catalogação da obra.

Modelo da folha de rosto:

www.isbn.bn.br/static/download/FRostoGrandeAutor.jpg

Observação: no campo 'edição do autor', coloque o nome completo. Somente no cabeçalho é usado o pseudônimo, caso seja utilizado pelo autor. Por exemplo: eu uso 'CRISTIAN ROGERS S. D.' como pseudônimo; no campo 'edição do autor', que se refere ao 'editor', uso meu nome completo, obrigatoriamente: 'CRISTIAN ROGERS DOS SANTOS DEQUI.

 

Recomendo que solicitem ISBN das versões em suporte impresso e e-book e também dos códigos de barra das duas versões.

Código de barras em png, enviado por e-mail ou fotolito, que chega em casa via correio. Eu prefiro em png via e-mail, porque é entregue mais rapidamente, já que não demanda período de entrega via correio; além do que, como arquivo eletrônico, é mais prático para inseri-lo nos arquivos da obra que serão diagramados nas versões impressas e e-book (livro eletrônico. Eu tenho usado o suporte mais simples: converto o arquivo '.doc' em 'pdf').

Tabela de preços por serviço discriminado:
www.isbn.bn.br/tabela-de-precos


OS PAGAMENTOS DEVEM SER EFETUADOS PARA:

FUNDAÇÃO MIGUEL DE CERVANTES
BANCO SANTANDER (033)
AGÊNCIA: 3140 RIO-GRAÇA ARANHA
CONTA CORRENTE: 13000470-9
CNPJ: 05.214.413/0001-92

 

 

Envie também fotocópia completa da obra ao escritório de Direitos Autorais com todas as folhas numeradas e rubricadas. O copyright é uma garantia de que a obra não será reproduzida, parcial ou integralmente, ou comercializada, distribuída sem autorização do autor/editor sem que este ato, criminoso, repercuta em punição aos que o praticarem. Crimes cibernéticos hoje são facilmente resolvidos pela polícia especializada. Os autores não devem temer que suas obras sejam usadas de maneira indevida por pessoas de má índole, portanto. Caso seja verificado algo do gênero, disponha de teus direitos e exija reparo legal, moral...

Leia sobre a Lei dos Direitos Autorais:
www.abdr.org.br/cartilha.pdf

Confira o procedimento para efetuar o pagamento de Registro dos Direitos Autorais:
www.bn.br/portal/index.jsp


Escritório de Direitos Autorais:
www.bn.br/portal/index.jsp

Rio de Janeiro - RJ (SEDE) 
Escritório de Direitos Autorais 
Rua da Imprensa, 16/12º andar - sala 1205 
Castelo - Rio de Janeiro - 20030-120 
Tel.             (21) 2220-0039       / 2262-0017 - Fax. (21) 2240-9179


Envie sempre cartas registradas, com A.R.

 

Considero que o autor deva  cadastrar-se na Biblioteca Nacional como autor/editor por inúmeros motivos, razões:

- as editoras demoram de seis meses a dois anos para avaliarem o original do autor. Claro que as editoras não dispõem de pessoal em número maior – mantendo-se a qualidade do mesmo – para avaliar se a obra em questão é ou não do seu interesse comercial e afim à sua linha editorial. Nem me refiro À QUALIDADE DA obra;

- outro ponto é que apenas editoras de grande porte arcam com os custos da edição; as de pequeno e médio portes cobram valores dos autores para cobrirem ao menos parte do custo da edição e diminuírem, assim, possíveis prejuízos caso o livro não seja comercializado em quantia mínima, conforme o custo envolvido na edição, o que varia não apenas em função das páginas, como do acabamento do livro – capa dura, brochura, plastificada, colorido etc;

- a meu ver, a MAIOR OU ÚNIICA VANTAGEM DAS EDITORAS EM RELAÇÃO A UM ESCRITOR INDEPENDENTE é a distribuição  das obras em livrarias. ]A DIVULGAÇÃO NEM SEMPRE É REALIZADA DE MODO SATISFATÓRIO PELAS EDITORAS. MENOS AINDA QUANDO SE TRATA DE AUTOR SEM RENOME, NOVATO.

MAS, BRASILERINHO NÃO SE ENTREGA: o autor PO-DE driblar a bur(?)ocracia e desinteresse de alguns e contatar DIRETAMENTE AS LIVRARIAS. Ainda que por e-mail, como eu mesmo tenho feito e fiz com a Livraria Cultura. Assim, embora torne-se trabalhoso, o autor poderá dedicar-se à escrita, edição, comercialização e divulgação de seus livros. Um fac-totum da Literatura. A consequência é maravilhosa. Além de editar tua obra, escritor, o tão necessário Pão Nosso de cada dia, será assegurado pela margem de lucro que obterás. Se as editoras normalmente repassam apenas 10% ao autor, visto que elas se comprometem com os custos de distribuidoras e comissões de livrarias; por outro lado se o autor negociar suas obras diretamente com as livrarias, inicialmente em versão e-book, para quem não pode custear a impressão, o editor/autor receberá 50% do valor de capa comercializado pela livraria. Ou seja, é meio a meio.

-Além do que, o autor saberá quantos livros de fato estão sendo comercializados e receberá mensalmente pelas vendas efetuadas. As editoras pagam trimestralmente.

A meu ver, vale a pena investir na carreira de escritor independente. Ou melhor: de editor/autor (pessoa física) devidamente cadastrado na Biblioteca Nacional. E não é necessário ter CNPJ para negociar com as livrarias.

Se o autor/editor considerar viável, com o passar do tempo, pode investir na legalização de editora jurídica, empresa, e como tal,  com CNPJ.

O autor/editor, contudo, pode tranquilamente gozar dos benefícios de uma editora para editar seus livros e de terceiros, se estes autorizarem a edição. Logo, o autor/editor, mesmo como pessoa física, gozará de benefícios e de status suficientes para editar e comercializar suas obras. Recomendo que o autor/editor faça um perfil em redes sociais e invista em um ‘site’, caso tenha recursos financeiros para tanto. Os blogs e perfis no facebook, twitter e conversas com potenciais leitores de suas obras pelas redes sociais são ótimas maneiras de captar a simpatia de pessoa a pessoa. Desse modo, estarás conquistando, paulatinamente, teus leitores e amigos.

Um escritor cativa amigos, admiradores de sua obra e personalidade. Não os decepcione! Sejas tu mesmo.

 

Bons frutos editoriais!


A leitura crítica e a revisão profissional, a diagramação, elaboração de capa e contra-capa também são pontos importantíssimos na confecção do livro, digamos assim. 

Alguma informação adicional, conversemos pelo facebook (www.facebook.com/cristian.r.sd ) ou via e-mail (cristiandequi@gmail.com).

 

Att., Cristian Rogers S. D.

 
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