Minhas Publicações


 

 

Anteriormente – no Tempo do Epa – escrevia-se em um caderno de notas – manuscrito - todas as experiências ocorridas com alguém - a pessoa que grafava seu afeto com “Querido diário...” (normalmente, mulheres).  Estes apontamentos, anos mais tarde, serviriam de resgate de sonhos... 

A figura da pessoa envelhecida, frustrada, enfadada co’a vida, que revê seus passos de adolescente incerto sobre um tudo. O tempo passa, a pele perde o colágeno, os cabelos branqueiam. A hecatombe celular! Foi-se a beleza, até das aparências.  Deixando-se de lado as formas, apelamos para o conteúdo: é-se preciso refletir sobre as decisões que tomamos; analisar o porquê de tantos erros e revermos nossa antiga maneira de pensar, agir...

Inevitavelmente, voltamos às fontes de um período no qual acreditávamos na beleza da vida, do amor...

O diário. Na adolescência, ele tinha um valor. Na vida adulta, toma o vulto de um testemunho de nossa inabilidade de viver.  Deparamo-nos com aquilo que desejávamos fazer, ter vivido, ao lado de quem... 

Concluímos que na adolescência a vida era mais livre; inclusive de preconceitos (embora não estivéssemos ‘on’).  Sem neuras, não refletíamos sobre as pretensões. A gente curtia...  A fé era algo que nos passava ao largo... Com o tempo, Deus foi-se tornando uma exigência: se não nos amparássemos em alguma crença, a vida perderia todo o sentido, já que não havíamos realizado muitos de nossos sonhos da inocência. Tudo estava além de nossos recursos. Ou aquém... perdido no tempo. Relembrado apenas na memória.

Reli o Vida Blogada. Este diário realmente é um desabafo. Além disso, esta obra é um incentivo a repensarmos – sem vergonhas, pudores desnecessários, mas com cuidado e método, a respeito de eventos, atitudes, pensamentos, receios acumulados ao longo de nossa vida ‘off’ (anterior à blogada).

Atualmente, com os recursos de um Mundo globalizado, lançamos o uso de determinadas ferramentas. A internet é uma delas. A partir dela, expomos nosso ponto de vista em ideias a ser alcançada por um público cada vez maior em todos os recantos do Planeta. Dessa maneira, os diários tornaram-se algo público. Ninguém mais coloca um cadeadinho para protegê-lo dos bisbilhoteiros: expomos nossa vida. Queremos ser percebidos; que alguém nos tire da gaveta do esquecimento. Pior: da ignorância existêncial. Existo, sim. O blog corrobora minha tese de que vivo. Sou alguém. 

Assim, não me pareceu mais coerente do que escrever crônicas e criticas da realidade, que muitas vezes relutamos em aceitar passivamente.

Desfrutem das palavras que seguem... Não são de graça, mas renderão bons frutos.

Não aceitamos devolução do material. Tampouco reembolsamos o valor investido nesta aquisição.

Comprou, tá comprado.

E, obrigado. Dindim sempre é bem – vindo. Afinal, se o Homem não vive apenas de pão, nem por isso deixarei de me alimentar a partir da palavra que edito. Sou digno de ser sustentado pelo esforço que tive nestes meses.

Escrever é um sufoco!

Ler é mais fácil.

Aproveitem desta facilidade.

Fui extremamente generoso. Sei...

 

Prefácio co-escrito por Lígia Carla Botelho e Cristian Rogers S. D.



Alisael - o passado de uma hoste



Acham que os anjos têm asas? que eles portam espadas??!!
Deus precisaria de quem O protegesse? 

Os anjos lutaram entre si nos Céus?

Os ditos como demônios estão fadados à desgraça eterna?
Existe inferno?

A salvação só se restringe aos humanos?
Deus não ama Lucífer e os demais anjos desobedientes, caídos... demônios??

Na Oração do Pai Nosso não está contida a maior de todas as lições sobre o Perdão: "Perdoai-nos os nossos pecados, assim como nós perdoamos a quem..."??

De fato a decisão tomada outrora pela terça parte dos anjos é irrevogável diante de Deus?

Mesmo seres racionais e superiores intelectualmente a nós compreendiam a amplitude do que adviria da desobediência a Deus?


Vejamos.

Leiam "Alisael - O passado de uma hoste" , de Cristian Rogers S. D.



Carlota - A Carochinha.
www.cristianrogerssd.com.br/produto/48







Carlota sonhava e tinha vontades parecidíssimas com as de alguns humanos - de ser feliz, de realizar-se... Mas como inseto. Ela queria apenas ser respeitada entre as demais carochinhas; ser tratada como de fato era - igual entre os de sua espécie, ainda que com diferenças físicas, de personalidade, de potencialidade e outras. Algo tão comum e normal entre os seres. Carlota, contudo, era grande. Uma Carochinha que queria dançar, e não encontrava par, por causa do seu tamanho. Ela não desanimou. Refletiu, e chegou à conclusão que mudaria sua vida. Convicta do que queria para si e do valor que lhe era natural como carochinha, enfrentou situações constrangedoras e que fariam outros, até humanos, sofrerem. 'Carlota - A Carochinha' procura ser uma história de superação, de determinação. Um inseto que busca criar a reflexão sobre questões comuns também na raça humana, sendo uma delas a de como ser feliz.

 

 
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